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Beijo na boca e risco de doenças - Herpes labial

Os especialistas dão o recado: beijar é bom, mas é preciso ter cuidado, principalmente quando muitas bocas estão na parada. Com o carnaval se aproximando, a preocupação maior é com os jovens, tanto que inventaram um spray - batizado de "Beije" - que promete combater placas bacterianas, cáries e os microorganismos Streptococcus e Staphilococcus.

Segundo a dermatologista Luciane Scattone, mestre pela USP, o beijo pode ser o fio condutor de uma série de doenças e o spray só reduz as chances de contaminação se possuir antibactericidas em sua fórmula. "Algumas doenças como gengivite, cárie, mononucleose (conhecida como a doença do beijo) e o herpes labial, podem ser contraídas durante um simples beijo".

"A herpes labial é causado pelo vírus do herpes simples. Embora grande parte da população seja portadora de vírus, nem todos apresentam os sintomas" explica Scattone. A ocorrência da doença pode se repetir em um período de um ano, sendo que a primeira pode acontecer na infância, depois de o bebê ser beijado por pessoas portadoras da infecção, como o pai ou mãe.

A herpes possui vários estágios. "O primeiro sintoma é uma coceira antes que a ferida surja, depois começa um pequeno inchaço, formando vesículas dolorosas, que se rompem e juntam-se formando uma grande ferida. A ferida seca e sara. Começa a formação da casca e cicatrização" explica a dermatologista. Ela ainda alerta que o vírus do herpes labial pode originar outras infecções e por isso o médico deverá ser imediatamente consultado.

Embora especialistas estimem que 90% dos brasileiros estejam infectados, apenas 10% desenvolvem a doença. Não há comprovação científica que explique a manifestação do herpes nessas pessoas, mas a experiência clínica aponta para causas emocionais. Pessoas mais tensas, ansiosas e perfeccionistas seriam mais vulneráveis à instalação da doença - que normalmente aparece quando há baixa da resistência física.

"A boa notícia é que o vírus do herpes pode estar com os dias contados. A erva Echinacea purpúrea e um aminoácido chamado "lisina" são duas novas promessas para um lábio à prova de herpes" afirma a dermatologista. Ainda em fase de testes, o tratamento com os dois remédios é indicado para pacientes que sofrem até duas vezes por mês com o aparecimento das lesões.

Segundo Scattone, é possível evitar o aparecimento do herpes labial evitando a exposição excessiva ao sol, protegendo os lábios todos os dias, consumir alimentos ricos nas vitaminas A, E e C, tentar não se estressar com bobagens e aproveitar a folia com cuidado. Como dizia nossos avós, é melhor prevenir do que remediar.

Créditos: MARI MAELLARO - mari.maellaro@uol.com.br
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