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Coração de Mulher precisa de Atenção

Após anos lutando por mais liberdade e independência na vida pessoal, mais espaço na vida profissional e mais respeito e reconhecimento perante a sociedade, as mulheres de todo o mundo têm um novo desafio pela frente, que não deixa de ser conseqüência das conquistas obtidas nas últimas décadas: Qualidade de vida.

Casa, comida, roupas, filhos, chefe, projetos, alunos, compras, amor, amigos. A esta lista, elas terão de acrescentar, o quanto antes recomendam os médicos, qualidade de vida com lazer, exercícios físicos, alimentação saudável, sono de qualidade e sem vícios. Segundo especialistas, o novo ritmo de vida das mulheres faz delas alvos fáceis da doença que mais mata no mundo, a doença coronariana. Mais do que câncer de mama e de colo de útero juntos, mais do que acidentes, guerras ou qualquer outra doença, as doenças coronárias são responsáveis pela morte de aproximadamente 17 milhões de pessoas por ano em todo o mundo, segundo dados da Federação Mundial de Cardiologia.

“O desafio agora para as mulheres é ter uma vida equilibrada com trabalho, lazer, exercícios, descanso e alimentação saudável. Outro problema é a falta de cuidados com o coração. As mulheres precisam cuidar do coração, fazendo exames de controle periódico, como fazem os preventivos do câncer”, alerta do cardiologista Marco Antonio Lacerda, do Hospital Cardiológico Costantini.

Ele explica que segundo estatísticas, a incidência de doenças cardíacas nos homens é 50% maior do que nas mulheres. Mas o risco se torna igual quando a mulher entra na menopausa, por causa da queda de produção hormonal. Porém o cardiologista conta que esses números estão mudando e a tendência é de que se igualem numa faixa etária mais precoce, devido os estilo de vida das mulheres. Outro agravante é que, estatisticamente, a doença coronária quando manifestada na mulher tende a ser mais grave do que no homem.

Os principais fatores de risco de doenças coronarianas hoje são o stress e o tabagismo. Segundo Lacerda, a recomendação é de que a partir dos 25 anos, a aferição de pressão e dosagem de colesterol seja uma rotina na vida das mulheres. Após os 30 anos, é preciso procurar um cardiologista e, caso tudo esteja bem, o ideal é manter as consultas a cada dois anos no máximo. Para aquelas que já passaram dos 40 anos, as consultas ao especialista devem ser anuais, desde que não tenham sintomas, do contrário, deve ser feito um acompanhamento permanente.

O cardiologista lembra que a prevenção é sempre muito importante, como ingerir pouca gordura animal, praticar exercícios físicos, controlar pressão arterial, taxas de colesterol e glicose e manter o peso saudável.

Fonte: Literal Link Comunicação Integrada
Jornalista Responsável: Ana Paula Rodrigues
Tel: ( 41 ) 3015-2222
Email: anapaula@literallink.com.br


Leitura adicional:
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