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Iogurte é tudo de bom!

Iogurte- GNU Free Documentation license
Diz a lenda que Abraão, depois de ter sido ensinado por um anjo, foi o primeiro a preparar uma receita de iogurte para oferecer a sua mulher e curá-la de um mal.

Segundo relatos da História da Alimentação, a coalhada era vendida desde o século XII nas ruas de Constantinopla. A palavra iogurte, porém, teria nascido nos Bálcãs.

A difusão e a popularidade deste laticínio ocorreu com a chegada dos turcos, cujos hábitos alimentares são característicos de um povo nômade. Apesar de poder ser tomado ao natural, o leite é um alimento perecível e o iogurte, a ricota e os queijos foram formas que esse povo encontrou de prolongar a durabilidade dos alimentos e ter garantido o seu consumo. Sabe-se da arte e conhecimento milenar desse povo em manter alimentos perecíveis, conservados em sal, especiarias, óleos e azeites e, ao mesmo tempo, ter o hábito de receber, festejar e celebrar a alegria com fartura e variedade de iguarias.



COMO É FABRICADO?

O iogurte é produzido a partir da ação de uma cultura mista e em igual proporção dos microorganismos Streptococcus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus. Essas bactérias consomem a lactose, o açúcar do leite, para obterem energia e em contrapartida eliminam o ácido lático que coalha o leite. O leite coalhado preserva a gordura, os minerais e o conteúdo de vitaminas do leite puro, mas apresenta bem menos lactose, sendo então um alimento de mais fácil digestão que o leite.

Para garantir sua qualidade microbiológica, o iogurte deve estar isento de microorganismos causadores da decomposição do produto e ser conservado sob refrigeração, à temperatura máxima de 10ºC, não sendo permitida a adição de substâncias conservantes.

Os microorganismos (bifidobactérias) presentes no iogurte ajudam a equilibrar a microbiota intestinal e auxiliam na prevenção do crescimento de microorganismos patogênicos e agentes causadores de doenças, daí ser reconhecido como um alimento probiótico e imunomodulador.
Aliados da Saúde, Beleza e Bem Estar, os iogurtes são importantes fontes de Proteínas, Cálcio, Zinco, Vitaminas A e do Complexo B.

5 MOTIVOS PARA VOCÊ INCLUIR O IOGURTE NO SEU CARDÁRPIO

1. Renova e constrõe os tecidos do corpo

As proteínas são necessárias na construção, reparação e renovação dos tecidos do corpo, incluindo pele, unhas e cabelos. Elas também participam da produção de anticorpos, hormônios e enzimas de grande importância no metabolismo. Além disso, os iogurtes são fontes do aminoácido triptofano, precursor da serotonina, neurotransmissor do prazer e bem-estar.

2. Fortalece os ossos, as contrações musculares e o Sistema Nervoso
O cálcio é um mineral fundamental na formação e manutenção dos ossos, dentes e unhas, além de participar das contrações musculares e comunicação das células do Sistema Nervoso. Também ajuda a controlar e reduzir a irritabilidade e o nervosismo em mulheres que sofrem de TPM (tensão pré-menstrual).

3. Reforça o Sistema Imunológico e Retarda o envelhecimento
O zinco aumenta a ação de enzimas que combatem os radicais livres, fortalece o sistema imunológico, retarda o envelhecimento e favorece o crescimento e fortalecimento dos cabelos.

4. Trata da saúde da pele, dos cabelos e da visão
A vitamina A tem papel fundamental na saúde da visão e da pele. É uma vitamina que restaura e constrõe novos tecidos, auxilia no tratamento de abcessos, furúnculos, acne e queda de cabelos.

5. Participa da produção de energia e oxigenação das células
As vitaminas do complexo B participam do metabolismo de proteínas, lipídeos e carboidratos, têm papel importante na produção de energia, oxigenação das células, produção de neurotransmissores e funções neurológicas normais.

"As informações fornecidas não são individualizadas. Portanto, o nutricionista deve ser consultado antes de se iniciar um tratamento e/ou acompanhamento nutricional."

Referências bibliográficas
1. PHILIPPI, S. T. - Nutrição e Técnica Dietética. Ed. Manole, 2003.
2. MAHAN, K. - Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 8ª ed. São Paulo: Manole, 1995.
3. ORLANDIN, L. - Probióticos e Prebióticos. Nutrição, Saúde e Performance. Ano 4. Ed.22, 2004.
4. CUPPARI, L. Nutrição clínica no adulto. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar. UNIFESP/Escola Paulista de Medicina. São Paulo: Manole: 2002.

Texto © 2004 Por Drª Marília Fernandes, nutricionista - CRN3/1693



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